Dia 17 de agosto
É um salvo muito importante no famoso mês do "desgosto"
Tem gente que acha triste
Porque Carlos Drummond morreu
Outros acham alegres
Porque Zezé di Camargo (sem o Luciano) nele nasceu
Nesse dia o grande livro “Tieta” foi lançado
Já no murro de Berlim Peter Fechter assassinado
O Gabão tornou-se idependente da França
Robin Cousins nasceu para fazer seu nome no gelo e na Dança
Padre Eusébio se foi e deixou de ser Papa
Um terremoto em 99 quase tirou a Turquia do mapa
Em 1903 o premio Prémio Pulitzer é criado
Já na segunda guerra, nosso navio bombardeado
Enfim tanta coisa nesse dia aconteceu e ainda vai acontecer
Mas mãe, hoje é seu dia, e se eu pudesse, dava ele e todos os outros pra você...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
The Last Time I Saw Richard
Um dia qualquer
Mesmo sentindo
Não dei valor nenhum
É o problema de fazer o que não quer
Acabo mentindo
Para não mostrar sentimento algum
Mas demonstrei
Mesmo sem querer
E virei vítima de mim
Errei
Por ter sido você
Que deixei me tratar assim
Naquele dia, você ficou na sua
Eu na minha
E um pouco na sua também
Senti-me jogado na rua
Vendo você sozinha
E mesmo sem mim se sentindo tão bem
E foi
Falamos-nos
Como quem fala com conhecido
Depois
Os planos?
Fingimos que nem tinham acontecido
Cada um pra um lado
Um tchau meio tímido
Que soava falso por tanta timidez
E com o coração despedaçado
Depois de um abraço reprimido
Que eu te vi pela última vez...
Mesmo sentindo
Não dei valor nenhum
É o problema de fazer o que não quer
Acabo mentindo
Para não mostrar sentimento algum
Mas demonstrei
Mesmo sem querer
E virei vítima de mim
Errei
Por ter sido você
Que deixei me tratar assim
Naquele dia, você ficou na sua
Eu na minha
E um pouco na sua também
Senti-me jogado na rua
Vendo você sozinha
E mesmo sem mim se sentindo tão bem
E foi
Falamos-nos
Como quem fala com conhecido
Depois
Os planos?
Fingimos que nem tinham acontecido
Cada um pra um lado
Um tchau meio tímido
Que soava falso por tanta timidez
E com o coração despedaçado
Depois de um abraço reprimido
Que eu te vi pela última vez...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Depois do começo (re)
Não se culpe
Só porque quer matar
Não quer dizer que seja homicida
Entenda que é o seu instinto
Você não quer abraçar
Isso muito te irrita
Você quer seu tempo
Pensar no que fez
E só assim continuar
Mas tem gente que não entende
Tenta outra vez
Parece querer irritar
Fica de abraços
Tentando dar beijos
E pergunta: "Por que está assim?"
Você empurra
Dá o seu jeito
E diz: “Quero um tempo pra mim”
Pensa em desculpas
Dá vontade de gritar
Se acalma e espera
Isso quando não vem
Um desejo que não dá pra controlar
De jogá-la pela janela
Mas isso passa
E depois não se sinta mal
Achando que errou
Elas que nunca vão entender
Isso é super normal
Você apenas gozou
Só porque quer matar
Não quer dizer que seja homicida
Entenda que é o seu instinto
Você não quer abraçar
Isso muito te irrita
Você quer seu tempo
Pensar no que fez
E só assim continuar
Mas tem gente que não entende
Tenta outra vez
Parece querer irritar
Fica de abraços
Tentando dar beijos
E pergunta: "Por que está assim?"
Você empurra
Dá o seu jeito
E diz: “Quero um tempo pra mim”
Pensa em desculpas
Dá vontade de gritar
Se acalma e espera
Isso quando não vem
Um desejo que não dá pra controlar
De jogá-la pela janela
Mas isso passa
E depois não se sinta mal
Achando que errou
Elas que nunca vão entender
Isso é super normal
Você apenas gozou
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Conselho
Minha mãe sempre dizia:
"Meu filho tenha fé"
Porque no momento certo da vida
Tudo seria o que é...
"Meu filho tenha fé"
Porque no momento certo da vida
Tudo seria o que é...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Aniversário de uma criança surda...
Tanta coisa acontecendo
E ninguém pra ver
Até que tento, confesso
Conto para um
Pra outro
E para um novamente
Que nunca dá bola
Até me animo se escuto um
“Opa que massa”
Um “oi que bom”
E outras gírias idosas ditas por educação
Mas dura pouco
Descobri que tem muita coisa que não dá pra deixar de sentir
Como a falta de um sorriso
Uma preocupação
"Um que bom" sincero faz
Faz...
Descobri
Talvez como aquele que descobre a pólvora
Que não adianta
Tanta coisa vir
Tanta gente chegar
E tanto de tudo acontecer
Sua vida mudar
Tanto motivo pra sorrir
Nenhum motivo pra chorar
Sem ter ao menos
Alguém pra dividir
Te olhar nos olhos
Ou mesmo que de longe
Te falar
Parabéns...
E ninguém pra ver
Até que tento, confesso
Conto para um
Pra outro
E para um novamente
Que nunca dá bola
Até me animo se escuto um
“Opa que massa”
Um “oi que bom”
E outras gírias idosas ditas por educação
Mas dura pouco
Descobri que tem muita coisa que não dá pra deixar de sentir
Como a falta de um sorriso
Uma preocupação
"Um que bom" sincero faz
Faz...
Descobri
Talvez como aquele que descobre a pólvora
Que não adianta
Tanta coisa vir
Tanta gente chegar
E tanto de tudo acontecer
Sua vida mudar
Tanto motivo pra sorrir
Nenhum motivo pra chorar
Sem ter ao menos
Alguém pra dividir
Te olhar nos olhos
Ou mesmo que de longe
Te falar
Parabéns...
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Poetas
Tem muita gente que diz que é poeta
Só porque fala difícil
Adoram usar palavras complicadas
Acham que isso é ter um dom incrível
Falam de coisas que não mais se usa
E nesse erro eles persistem
O linguajar é sempre erudito
A mesóclise só pra eles existe
Gostam de ser sofisticados
Porque no fundo querem aparecer
Acham que o sentindo da poesia
É escrever e ninguém entender
Poesia é se expressar com sentimento
Procurar para a existência um sentindo
Não é escrever por escrever
Para que aquilo pareça bonito
Por isso gosto de ser claro
Não fico por aí contado “lenda”
Falo do que interessa
Quero que todo mundo me entenda
E assim eu tento ajudar
Na dor que a cada dia a gente lida
Daí prefiro ser simples
Porque de complicada já basta à vida
Só porque fala difícil
Adoram usar palavras complicadas
Acham que isso é ter um dom incrível
Falam de coisas que não mais se usa
E nesse erro eles persistem
O linguajar é sempre erudito
A mesóclise só pra eles existe
Gostam de ser sofisticados
Porque no fundo querem aparecer
Acham que o sentindo da poesia
É escrever e ninguém entender
Poesia é se expressar com sentimento
Procurar para a existência um sentindo
Não é escrever por escrever
Para que aquilo pareça bonito
Por isso gosto de ser claro
Não fico por aí contado “lenda”
Falo do que interessa
Quero que todo mundo me entenda
E assim eu tento ajudar
Na dor que a cada dia a gente lida
Daí prefiro ser simples
Porque de complicada já basta à vida
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Mudando e Moldando
To aprendendo com o que muda
Como as borboletas que deixam de ser o que eram
E só assim passam a ser o que são
Mudança é a liberdade!
To aprendendo com o que evolui
Com aquele que muda um hábito de anos
Se matricula na universidade "já" com 70
Mas prova que é "ainda"
Tem dificuldade
Sabe o que é necessário
Evoluir é crescer!
To aprendendo com o que renasce
Com aquele que perde tudo em uma enchente
Mas surge de dentro dos escombros mais vivo do que o que entrou
Superar é um dom.
To aprendendo com aquele que perde
Com aquele que se vê perdido sem nada deixado
Dentro de um vazio solitário
Mas ainda assim continua acreditando
Agradece ao que ficou ao invés de reclamar pelo o que foi
Assim, acaba se achando de novo
Ter fé é uma dádiva!
To aprendendo com o que erra
Com aquele fez tudo errado na vida
Como alguém que diz algo que não queria dizer
Fez menos do que podia fazer
Mas sabe reconhecer um erro
Não fica se remoendo
Apenas tenta melhorar
Reconhecer os erros é sábio!
To aprendendo com tudo que é líquido
Que se molda conforme a forma
Como um bolo que pode ser de vários jeitos
Horas se espalha
Horas se contrai
E sempre acha o melhor jeito de ser
Moldar é necessário!
To aprendendo com quem ama
Com aqueles que gostam de todos incondicionalmente
Os altruístas de natureza
Os discípulos de Cristo
Que não se abalam com simples troncos da vida
Gostam das pessoas pelo o que elas são
Mesmo fazendo o que fazem
Sabem perdoar
E seguem seguindo
Mudando e moldando
E ensinam que apesar de tudo:
Amar é viver!
Como as borboletas que deixam de ser o que eram
E só assim passam a ser o que são
Mudança é a liberdade!
To aprendendo com o que evolui
Com aquele que muda um hábito de anos
Se matricula na universidade "já" com 70
Mas prova que é "ainda"
Tem dificuldade
Sabe o que é necessário
Evoluir é crescer!
To aprendendo com o que renasce
Com aquele que perde tudo em uma enchente
Mas surge de dentro dos escombros mais vivo do que o que entrou
Superar é um dom.
To aprendendo com aquele que perde
Com aquele que se vê perdido sem nada deixado
Dentro de um vazio solitário
Mas ainda assim continua acreditando
Agradece ao que ficou ao invés de reclamar pelo o que foi
Assim, acaba se achando de novo
Ter fé é uma dádiva!
To aprendendo com o que erra
Com aquele fez tudo errado na vida
Como alguém que diz algo que não queria dizer
Fez menos do que podia fazer
Mas sabe reconhecer um erro
Não fica se remoendo
Apenas tenta melhorar
Reconhecer os erros é sábio!
To aprendendo com tudo que é líquido
Que se molda conforme a forma
Como um bolo que pode ser de vários jeitos
Horas se espalha
Horas se contrai
E sempre acha o melhor jeito de ser
Moldar é necessário!
To aprendendo com quem ama
Com aqueles que gostam de todos incondicionalmente
Os altruístas de natureza
Os discípulos de Cristo
Que não se abalam com simples troncos da vida
Gostam das pessoas pelo o que elas são
Mesmo fazendo o que fazem
Sabem perdoar
E seguem seguindo
Mudando e moldando
E ensinam que apesar de tudo:
Amar é viver!
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