Tanto se fala de meio ambiente e do futuro do mundo, muito se fala da Camada de Ozônio, do racionamento de água, desmatamento e etc.
Mas será que realmente chega para nós uma coisa realmente concreta de como mudar tudo isso?
Eu vejo sim, um bastante interesse de todos em criticar a sociedade e o caminho em que o mundo está. Pessoas famosas dando lições de moral e um pensamento totalmente catastrófico sobre o que pode nos acontecer. Algo realmente é feito para mudar isso?
Vamos pegar como exemplo a nossa coleta de lixo e a tão falada reciclagem. Nós, os leigos (ou pelo menos eu, o leigo) temos um real acesso a reciclagem? Sabemos realmente que passo dar para separar o lixo? Normalmente isso só é ensinado em uma daquelas visitais de ação global que é registrado pelo RJTV, mas a sociedade em si, sabe muito pouco sobre o assunto.
Quando as notícias e informações precisam chegar ao conhecimento de todos, a mídia consegue facilmente. Todo mundo sabe quando o marido da Suzana Vieira morreu em um motel com a namorada ou que o Ronaldo pegou Travesti lá na Barra; No entanto, por que a gente nunca sabe como reciclar corretamente um lixo?
Eu não sei exatamente que tipo de lixo pode ser reciclado ou como se faz separação, pois as informações nunca chegaram e eu também por total desinteresse, nunca fui atrás delas.
Não vou culpar somente quem não me diz sobre a reciclagem, talvez eu também tenha culpa de não querer ficar sabendo, mas acho que essa é a questão. Por que para determinados assuntos não temos um interesse nem de informar e nem de ficar sabendo e apenas de criticar?
Será que existe algum interesse em não haver conhecimento geral sobre reciclagem? Será que as informações sempre estiveram ali e eu que nunca quis ver? Dúvidas como essas sempre vão existir enquanto eu não me preocupar em aprender e nem eles se preocuparem de me ensinar... Vai entender.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Negócio de fé
O número de seitas, encontros espirituais, igrejas e afins vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos. Quanto mais aumenta o desespero das pessoas com problemas pessoais e problemas financeiros, mais existe a necessidade de se ter fé... Afinal, todos precisam de algo para acreditar.
Essa questão da fé sempre existiu e sempre vai existir. Porém vi uma notícia esse dia que me deixou um tanto quanto curioso a respeito desse assunto.
A esposa do jogador Kaká vai abrir uma “filial” da igreja Renascer na Espanha, com o argumento que se Deus deu dinheiro para o Real Madrid contratar o Kaká mesmo em tempos de crise que o mundo vive, ela deve retribuir de alguma forma. E qual a melhor forma de dar algo para o mundo? Abrir uma filial da igreja Renascer...Isso é piada, né?
Primeiramente, uma igreja no meu ponto de vista não poderia ter uma “filial”. Por acaso as idéias de Deus, os ensinamentos da fé viraram negócios desde quando para existir filiais espalhadas por aí? Acho que esse nome filial demonstra realmente o intuito por trás de tudo isso.
Segundo, se ela acha que Deus os ajudou a ter mais dinheiro, porque não investir isso em obras sociais, fazer um centro para a melhoria na educação, enfim, ajudar todos que precisam e não tentar através disso ganhar ainda mais dinheiro.
Ofendi alguém? Espero que não... Pois acho que ninguém é inocente o suficiente para não saber que esse tipo de “fundação” ou no caso “filial” é algo meramente mercadológico e entre outras palavras é para ganhar dinheiro.
Essas igrejas são boas para algumas pessoas? São. Elas ajudam quem precisa? Sim.
Mas a questão é que eu não aceito explorar o desejo de fé de outras pessoas, a casa de Deus não é feita pra isso. Enfim, lugares no céu não podem ser comprados.
Eu não sei por que algumas igrejas tentam sempre tirar o tão falado Satanás do corpo dos seus fiéis gerando certo controle sobre ele por meio de privações e dízimos. Para mim Deus fez as pessoas para serem livres e felizes e no meu ponto de vista quem tem Satanás no corpo são aqueles que mesmo se aproveitando da fé alheia conseguem dormir tranquilamente todas as noites... Amém!
Essa questão da fé sempre existiu e sempre vai existir. Porém vi uma notícia esse dia que me deixou um tanto quanto curioso a respeito desse assunto.
A esposa do jogador Kaká vai abrir uma “filial” da igreja Renascer na Espanha, com o argumento que se Deus deu dinheiro para o Real Madrid contratar o Kaká mesmo em tempos de crise que o mundo vive, ela deve retribuir de alguma forma. E qual a melhor forma de dar algo para o mundo? Abrir uma filial da igreja Renascer...Isso é piada, né?
Primeiramente, uma igreja no meu ponto de vista não poderia ter uma “filial”. Por acaso as idéias de Deus, os ensinamentos da fé viraram negócios desde quando para existir filiais espalhadas por aí? Acho que esse nome filial demonstra realmente o intuito por trás de tudo isso.
Segundo, se ela acha que Deus os ajudou a ter mais dinheiro, porque não investir isso em obras sociais, fazer um centro para a melhoria na educação, enfim, ajudar todos que precisam e não tentar através disso ganhar ainda mais dinheiro.
Ofendi alguém? Espero que não... Pois acho que ninguém é inocente o suficiente para não saber que esse tipo de “fundação” ou no caso “filial” é algo meramente mercadológico e entre outras palavras é para ganhar dinheiro.
Essas igrejas são boas para algumas pessoas? São. Elas ajudam quem precisa? Sim.
Mas a questão é que eu não aceito explorar o desejo de fé de outras pessoas, a casa de Deus não é feita pra isso. Enfim, lugares no céu não podem ser comprados.
Eu não sei por que algumas igrejas tentam sempre tirar o tão falado Satanás do corpo dos seus fiéis gerando certo controle sobre ele por meio de privações e dízimos. Para mim Deus fez as pessoas para serem livres e felizes e no meu ponto de vista quem tem Satanás no corpo são aqueles que mesmo se aproveitando da fé alheia conseguem dormir tranquilamente todas as noites... Amém!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Equilíbrio
Mais um dia que chega ou mais um dia que foi?
Acho que isso depende do meu humor
O dia é mais belo
Vejo coisas bonitas
Coisas diferentes
Mas que no fim servem para a mesma coisa
O que me derrubava agora me eleva
E vice e versa
Ando sem medo
Ando distraído e desatento
Penso demais ainda
Mas meus pensamentos já não me incomodam
Olho no espelho
Confesso que sinto saudade de uma parte
Mas só de uma parte
Os dias não são lentos nem rápidos
São apenas dias
A dúvida ainda existe
Se é o acaso que decide
Ou se ta tudo programado
Na verdade tanto faz
O passo agora é diferente
Não é mais longo nem curto
É do jeito que tem que ser
Busco equilíbrio
Busco um eterno bom senso
Não quero mais nada demais
Mas o pouco também não interessa
Quero o que é meu
O que tem que ser meu
O que eu nasci pra ter
E para não fugir da parte do que tenho que ser
Todos os dias de manhã
Me lembro esquecendo
E toda noite, durmo pra lembrar
Acho que isso depende do meu humor
O dia é mais belo
Vejo coisas bonitas
Coisas diferentes
Mas que no fim servem para a mesma coisa
O que me derrubava agora me eleva
E vice e versa
Ando sem medo
Ando distraído e desatento
Penso demais ainda
Mas meus pensamentos já não me incomodam
Olho no espelho
Confesso que sinto saudade de uma parte
Mas só de uma parte
Os dias não são lentos nem rápidos
São apenas dias
A dúvida ainda existe
Se é o acaso que decide
Ou se ta tudo programado
Na verdade tanto faz
O passo agora é diferente
Não é mais longo nem curto
É do jeito que tem que ser
Busco equilíbrio
Busco um eterno bom senso
Não quero mais nada demais
Mas o pouco também não interessa
Quero o que é meu
O que tem que ser meu
O que eu nasci pra ter
E para não fugir da parte do que tenho que ser
Todos os dias de manhã
Me lembro esquecendo
E toda noite, durmo pra lembrar
Celebration
Teve gente que achou uma bobeira fazer tanta homenagem aos 50 anos de carreira do Roberto Carlos.
Falaram mal da Globo como sempre, que era besteira fazer um Globo Repórter especial, um show daquele no maracanã, enfim... Diziam que uma grande festa não era necessária.
Pra variar, eu discordo (novidade né). Eu acho sim que uma homenagem tinha que ser feita pro Roberto Carlos, e não só para o Roberto Carlos, mas sim para todos os artistas enquanto eles ainda estão vivos.
Homenagens depois de mortos são boas? São, são bem legais sim porque demonstra respeito e agradecimento por tudo que a pessoa já fez, mas de que adianta, por exemplo, o Simonal morrer totalmente desconhecido e depois fazer um filme “Ninguém sabe o duro que dei” (além de tudo ainda queimaram o filme do cara com esse nome he he he he ). Será que ele não seria mais feliz se tivesse recebido essa homenagem em vida?
Pra mim isso não se resume apenas no meio artístico, mas em todas as situações. Normalmente as pessoas só se encontram em velórios, enterros, nunca em aniversários (inclusive eu). Temos a mania de achar que a nossa presença não é tão importante assim. Deixamos de ligar, falar, visitar, perguntar como está, enfim...Deixamos de celebrar a vida, mas quando a pessoa morre, deixamos de lado tudo que estamos fazendo para ir dar uma palavra de consolo, um último adeus. Isso é meio contraditório, pois se tínhamos tanta consideração pela pessoa, porque não oferecemos uma homenagem em vida? Porque não mandamos flores para mostrar o quanto ela é especial? Vamos sempre ter que esperar o velório para fazer isso?
Por várias vezes me peguei imaginando meu enterro, e confesso que em algumas situações da vida pude sentir realmente como seria e quem iria chorar sinceramente por mim. E analisando tudo isso eu posso falar e garantir com todas as letras, que eu prefiro mil vezes que a minha vida e minhas comemorações sejam muito mais cheias do que o meu enterro... Vamos celebrar a vida...
Falaram mal da Globo como sempre, que era besteira fazer um Globo Repórter especial, um show daquele no maracanã, enfim... Diziam que uma grande festa não era necessária.
Pra variar, eu discordo (novidade né). Eu acho sim que uma homenagem tinha que ser feita pro Roberto Carlos, e não só para o Roberto Carlos, mas sim para todos os artistas enquanto eles ainda estão vivos.
Homenagens depois de mortos são boas? São, são bem legais sim porque demonstra respeito e agradecimento por tudo que a pessoa já fez, mas de que adianta, por exemplo, o Simonal morrer totalmente desconhecido e depois fazer um filme “Ninguém sabe o duro que dei” (além de tudo ainda queimaram o filme do cara com esse nome he he he he ). Será que ele não seria mais feliz se tivesse recebido essa homenagem em vida?
Pra mim isso não se resume apenas no meio artístico, mas em todas as situações. Normalmente as pessoas só se encontram em velórios, enterros, nunca em aniversários (inclusive eu). Temos a mania de achar que a nossa presença não é tão importante assim. Deixamos de ligar, falar, visitar, perguntar como está, enfim...Deixamos de celebrar a vida, mas quando a pessoa morre, deixamos de lado tudo que estamos fazendo para ir dar uma palavra de consolo, um último adeus. Isso é meio contraditório, pois se tínhamos tanta consideração pela pessoa, porque não oferecemos uma homenagem em vida? Porque não mandamos flores para mostrar o quanto ela é especial? Vamos sempre ter que esperar o velório para fazer isso?
Por várias vezes me peguei imaginando meu enterro, e confesso que em algumas situações da vida pude sentir realmente como seria e quem iria chorar sinceramente por mim. E analisando tudo isso eu posso falar e garantir com todas as letras, que eu prefiro mil vezes que a minha vida e minhas comemorações sejam muito mais cheias do que o meu enterro... Vamos celebrar a vida...
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O acaso do caso
E se cada passo fosse dado diferente? E se naquele dia você não tivesse saído de casa? E se não tivesse faltado àquela aula, aquele aniversário, aquela festa? E se não tivesse tido preguiça e tivesse saído? E se tivesse dito sim? Ou se tivesse dito não?
Esses inúmeros questionamentos chatos e sem nexos são apenas ilustrativos para mostrar que em certos momentos todo andamento de nossa vida depende de uma pequena decisão que passa despercebida por nós.
Alguém já parou para pensar que se talvez cada mínima decisão fosse outra, muita coisa em volta seria diferente?
Para cada dia que você corta o cabelo ou não, uma progressão geométrica de possibilidades é feita em sua vida. A decisão não precisa ser necessariamente grande para afetar de maneira drástica ou não, ela só precisa existir.
Quantos amores não achamos por termos tomados pequenas decisões? Quantas paixões não deixamos de conhecer por temos ido estudar em determinada faculdade? Quantas pessoas perdemos por não termos ido a uma simples festa?
Não sei se funciona para todos, mas para mim é assustador vermos o quanto é frágil é o nosso destino, e que ficamos apenas a mercê do acaso e da sorte. Bom senso é necessário assim como cautela e precaução, mas será isso o suficiente para evitarmos o que já está programado por entre os caminhos de possibilidades existentes?
Estranho né, ainda mais se pensarmos que cada decisão por menor que seja pode mudar toda a nossa vida. E a pergunta fica no ar, devemos tomá-las achando que aquilo muda a nossa vida ou nem ligar pra nada e deixar que o acaso responder por nós? A escolha é sua.
Esses inúmeros questionamentos chatos e sem nexos são apenas ilustrativos para mostrar que em certos momentos todo andamento de nossa vida depende de uma pequena decisão que passa despercebida por nós.
Alguém já parou para pensar que se talvez cada mínima decisão fosse outra, muita coisa em volta seria diferente?
Para cada dia que você corta o cabelo ou não, uma progressão geométrica de possibilidades é feita em sua vida. A decisão não precisa ser necessariamente grande para afetar de maneira drástica ou não, ela só precisa existir.
Quantos amores não achamos por termos tomados pequenas decisões? Quantas paixões não deixamos de conhecer por temos ido estudar em determinada faculdade? Quantas pessoas perdemos por não termos ido a uma simples festa?
Não sei se funciona para todos, mas para mim é assustador vermos o quanto é frágil é o nosso destino, e que ficamos apenas a mercê do acaso e da sorte. Bom senso é necessário assim como cautela e precaução, mas será isso o suficiente para evitarmos o que já está programado por entre os caminhos de possibilidades existentes?
Estranho né, ainda mais se pensarmos que cada decisão por menor que seja pode mudar toda a nossa vida. E a pergunta fica no ar, devemos tomá-las achando que aquilo muda a nossa vida ou nem ligar pra nada e deixar que o acaso responder por nós? A escolha é sua.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Quem não é não se esconde...
É muito comum sermos todos amigos de todos, termos amigos que amamos e que estão acima de qualquer coisa, aquela amizade linda de confidências, declarações, até que um lindo dia daqueles de sol, os interesses passam a se chocar e o que era belo talvez nem seja mais.
Acusações são trocadas e os melhores amigos passam a chamar um ao outro de egoísta... Quem nunca viveu isso?
Egoísmo segundo o Wikipédia (o novo pai dos burros) é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos e necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona, entre outras palavras, é o oposto do altruísmo.
Pensando dessa maneira, quem não for altruísta pode ser considerado egoísta? Quem não colocar o bem do outro a sua frente, é realmente egoísta?
Geralmente somos chamados de egoístas e egocentristas por defender nossos interesses e pontos de vista sobre determinado assunto. Mas o quê deveríamos fazer? Acho que a palavra egoísta ficou muito “pop” assim como “TPM” e “Stress” e passou a caracterizar toda pessoa que não pensa como alguém quer que ela pense.
Quando se pensa em dinheiro, tudo fica ainda mais claro Quem não quer ganhar mais que o outro ou quem vai abrir mão para que o outro ganhe mais que você? Se a solução for metade/metade, seriam os dois altruístas, pois dariam a metade do seu dinheiro para o outro ou egoístas, pois pegaram a metade do dinheiro do outro?
Tudo depende de um ponto de vista. Em situações de vida ou morte, quando escolhemos um outro para morrer e não nós, seriamos egoístas? Ou seriamos racionais?
Pensando em todo esse conceito, a nossa sociedade em si seria totalmente egoísta, pois em algum momento deixamos de comer para dar comida para alguém? Em algum momento deixamos de pagar nossas contas para dividir o dinheiro com alguém? Em algum momento deixamos de ser felizes para deixar alguém mais feliz?
Então, pra mim, egoísta não é aquele que pensa em si nos momentos em que precisa pensar, mas sim aquele que pensa, mas que mesmo assim critica o outro por pensar...
Acusações são trocadas e os melhores amigos passam a chamar um ao outro de egoísta... Quem nunca viveu isso?
Egoísmo segundo o Wikipédia (o novo pai dos burros) é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos e necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona, entre outras palavras, é o oposto do altruísmo.
Pensando dessa maneira, quem não for altruísta pode ser considerado egoísta? Quem não colocar o bem do outro a sua frente, é realmente egoísta?
Geralmente somos chamados de egoístas e egocentristas por defender nossos interesses e pontos de vista sobre determinado assunto. Mas o quê deveríamos fazer? Acho que a palavra egoísta ficou muito “pop” assim como “TPM” e “Stress” e passou a caracterizar toda pessoa que não pensa como alguém quer que ela pense.
Quando se pensa em dinheiro, tudo fica ainda mais claro Quem não quer ganhar mais que o outro ou quem vai abrir mão para que o outro ganhe mais que você? Se a solução for metade/metade, seriam os dois altruístas, pois dariam a metade do seu dinheiro para o outro ou egoístas, pois pegaram a metade do dinheiro do outro?
Tudo depende de um ponto de vista. Em situações de vida ou morte, quando escolhemos um outro para morrer e não nós, seriamos egoístas? Ou seriamos racionais?
Pensando em todo esse conceito, a nossa sociedade em si seria totalmente egoísta, pois em algum momento deixamos de comer para dar comida para alguém? Em algum momento deixamos de pagar nossas contas para dividir o dinheiro com alguém? Em algum momento deixamos de ser felizes para deixar alguém mais feliz?
Então, pra mim, egoísta não é aquele que pensa em si nos momentos em que precisa pensar, mas sim aquele que pensa, mas que mesmo assim critica o outro por pensar...
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Desconstrução
Na caminhada para recuperar o que ainda não se foi
A lama na água me faz ver que nem tudo mais é tão bonito
O que antes nunca foi de ninguém acho que agora tem dono
As cores não são mais as mesmas
O verde é amarelo e vice-versa
E a beleza passou a existir apenas no olho de quem vê
Manchas estão por toda parte
Nada mais tem sentido
Eu não faço sentido...
Buracos estão em todos os lugares
De todos os tipos, tamanhos e gostos
Algo tem que ser feito
Algo precisa ser feito
Mas seriam os tijolos suficientes?
Placas indicam vários caminhos
Mas é tudo confuso
Os caminhos sempre são confusos...
Pelo menos o Sol ainda é o mesmo
E compensa o frio que fez a noite
Aí, que saudade da simplicidade!
Da época em que nada era do jeito que é
E tudo era do jeito que tinha que ser
O mundo mudou
O meu mundo mudou
Mas o mundo sempre muda
Nada está mais no lugar de antes
Os tempos se misturam
As estações se confundem
As pessoas já não se olham
Ando em uma rua lotada e pareço andar sozinho
E isso me fez perceber que preciso desconstruir para só assim poder construir...
Não quero que pense que sou maluco, mesmo até eu tendo essa dúvida
Porém sei que ainda não é época, mas hoje vi folhas caídas no chão...
A lama na água me faz ver que nem tudo mais é tão bonito
O que antes nunca foi de ninguém acho que agora tem dono
As cores não são mais as mesmas
O verde é amarelo e vice-versa
E a beleza passou a existir apenas no olho de quem vê
Manchas estão por toda parte
Nada mais tem sentido
Eu não faço sentido...
Buracos estão em todos os lugares
De todos os tipos, tamanhos e gostos
Algo tem que ser feito
Algo precisa ser feito
Mas seriam os tijolos suficientes?
Placas indicam vários caminhos
Mas é tudo confuso
Os caminhos sempre são confusos...
Pelo menos o Sol ainda é o mesmo
E compensa o frio que fez a noite
Aí, que saudade da simplicidade!
Da época em que nada era do jeito que é
E tudo era do jeito que tinha que ser
O mundo mudou
O meu mundo mudou
Mas o mundo sempre muda
Nada está mais no lugar de antes
Os tempos se misturam
As estações se confundem
As pessoas já não se olham
Ando em uma rua lotada e pareço andar sozinho
E isso me fez perceber que preciso desconstruir para só assim poder construir...
Não quero que pense que sou maluco, mesmo até eu tendo essa dúvida
Porém sei que ainda não é época, mas hoje vi folhas caídas no chão...
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